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Setembro Amarelo: o que o excesso de telas tem a ver com a saúde mental dos jovens

Setembro é o mês do Setembro Amarelo, campanha dedicada a colocar a saúde mental em pauta. E um dos temas que mais aparece nessa conversa hoje é o impacto do tempo de tela na forma como crianças e adolescentes lidam com as próprias emoções.

O que os especialistas observam

Com o acesso a telas cada vez mais cedo, cresce também o risco de distorção da autoimagem e da perda de referências, fatores que aumentam a vulnerabilidade emocional nessa fase da vida. É comum, por exemplo, um jovem deixar de fazer algo de que gosta por medo de não ser aceito nas redes, o que pode gerar sofrimento e ansiedade. Especialistas reforçam que um comportamento nunca surge do nada: ele é reflexo do que a criança vive, tanto em casa quanto na escola.

Escuta, o ano inteiro, não só em setembro

Mais do que uma data para reforçar o discurso, o Setembro Amarelo é um lembrete de que espaços de escuta e acolhimento precisam existir o ano todo dentro da escola. Isso significa dar atenção genuína ao que o aluno sente, sem julgamento, e manter um diálogo aberto entre educadores e famílias sobre como a tecnologia impacta cada fase do desenvolvimento infantil.

O olhar do Degraus sobre o tema

Acreditamos que cuidar da aprendizagem também é cuidar de quem aprende. Por isso, valorizamos um ambiente onde o aluno se sinta à vontade para ser ouvido, e onde a conversa entre escola e família sobre equilíbrio digital e saúde emocional não fica restrita a uma única data do calendário.

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